Tassicompartilha

WHAT I LEARNED DURING QUARANTINE

It looks like a stupid publication, but I think the pandemic moment brought me a series of learnings and self-knowledge.

When it all started, I didn’t know what to think.
I ended up being stuck in a distant country, with no end date.

The most interesting thing was how I ended up connecting with myself and how I felt completely at peace during my 90 days of absolute isolation.

I don’t have a TV, it was cold and the recipe looked like a complete tragedy.

At first I thought: I have two choices. The first is to let me despair and the second is to breathe and accept.

I chose the second – because our decisions must always be the easiest for ourselves.

And my choice has earned me lifelong learning.

  • Being creative in the kitchen, after all the inputs are no longer varied.
  • What is really needed, what is superficial
  • That being with yourself can be your best date
  • I learned new recipes
  • I learned to play an instrument (ukulele) * still learning
  • Be patient. In fact, patience is not a virtue, but a matter of survival
  • Controlling emotions
  • Every message counts
  • Watching movies and venturing into a new language can be fun
  • I don’t need to avoid carbohydrates to maintain weight – and working out at home can be incredible for the mind
  • OH! Acceptance. We are beautiful the way we are
  • This helped me to understand a lot of acceptance, not only physical, but also what makes you happy, accepting that you want to cry without “apparent reasons”, that you just don’t want to talk. However…
  • Loving and love are extremely necessary to survive in this world
  • Observe the sky, learn and understand the weather. See time in a deeper way and be connect with the universe.
  • Valuing any gap in the outside world
  • We make choices all the time
  • Love and friendship make everything easier
  • Do the dishes and cleaning was a good hobby for me
  • Making new plans helps us to keep our feet on the ground.
  • Balance is all within us
  • That drinking alone is cool – in fact, partying for yourself is amazing
  • I danced and sang and danced and sang and sang and danced
  • I was surprised to know so much about me, without intervention from outside opinion.
  • Value the details. Like watching a flower bloom in the garden, cooking with the neighbors, a simple message from my friends and family, waiting for the first star to appear…
  • Understand the time. Enjoy it and take care of it.
  • I learned there is no distance when there is love and care.
  • There are incredible people and we never stopped to thank you.
  • JUST BE GREATFUL!

The list is long, but I think it sums up a lot of what I went through, felt and lived alone, locked in 30m2, for 3 long months.

In the end, when I opened the door to see the world outside I was no longer the same.
And I love who I have become!

Wasn’t easy. But I can’t say it was hard.
And I’m very grateful for all of this.

I can’t get enough of thanking the people who were close, connected, that gave me support, joy and made everything seem simpler.

2020, such a fucked up year, ahn?!

This is just an optimistic view of this huge shit.
Yes, as I told you, we make choices all the time.

and what about you?
What did you learn during that period?
I would love to know!

Parece uma publicação idiota, mas acho que o momento de pandemia me trouxe uma serie de aprendizados e autoconhecimento.

Quando tudo isso começou, eu não sabia o que pensar. Acabei ficando presa em um país distante, sem data para acabar.

O mais interessante foi como eu acabei me conectando comigo mesma e como me senti completamente em paz durante meus 90 dias de isolamento absoluto.

Não tenho TV, fazia frio e a receita parecia uma completa tragédia.

A princípio eu pensei: tenho duas escolhas.
A primeira é me deixar desesperar e a segunda é respirar e aceitar.

Escolhi a segunda – porque as nossas decisões devem sempre ser as mais fáceis para nós mesmos.

E a minha escolha me rendeu aprendizados para uma vida toda.

  • Ser criativa na cozinha, afinal os insumos deixaram de ser variados.
  • O que realmente é necessário o que é superficial
  • Que estar consigo mesmo pode ser o seu melhor encontro
  • Aprendi novas receitas
  • Aprendi a tocar um instrumento (ukulele) *aprendendo
  • Ser paciente. Aliás, paciência não é uma virtude, mas uma questão de sobrevivência
  • Controlar as emoções
  • Que cada mensagem conta
  • Que ver filmes e me aventurar num novo idioma pode ser divertido
  • Que não preciso evitar carboidrato pra manter o peso – e que malhar em casa pode ser incrível para a mente
  • Alias, aceitação. Como somos lindos da forma que somos
  • Isso me ajudou a entender muito aceitação, não só física, como o que te faz feliz, aceitar que você quer chorar sem “motivos aparentes”, que vc simplesmente no quer conversar. enfim…
  • Amar e amor são extremamente necessários para sobreviver nesse mundo 
  • Observar o céu, aprender e entender o tempo. Ver o tempo de uma forma mais profunda e se conectar com o universo.
  • Valorizar qualquer fresta do mundo exterior
  • Que a gente faz escolhas o tempo todo
  • Que o amor e a amizade fazem tudo ser mais fácil
  • Que lavar a louça e limpar a casa me foram um bom passatempo
  • Fazer novos planos ajudam a gente a manter os pés no chão.
  • O equilíbrio está tudo dentro da gente
  • Que beber sozinha eh legal – aliás, fazer festa para si mesma é incrível 
  • Dancei e cantei e dancei e cantei e cantei e dancei
  • Que fiquei surpresa em saber tanto sobre mim, sem intervenção de opinião de fora.
  • Valorizar os detalhes. Como ver uma flor desabrochar no jardim, cozinhar com os vizinhos, um bom dia da minha amiga, esperar a primeira estrela aparecer..
  • Entender o tempo. Aprecia-lo e cuidar dele. 
  • Aprendi que não existe distancia  quando existe  amor e cuidado.
  • Que as conexões transformam
  • Que existem pessoas incríveis e que a gente nunca parou para agradecer.
  • Agradeça!

A lista é grande, mas acho que isso resume muito do que passei, senti e vivi sozinha, trancada em 30m2, por 3 longos meses.

No fim, quando abri a porta para ver o mundo lá fora eu já não era mais a mesma.
E eu amo quem eu me tornei!

Foi fácil, não foi.
Mas não posso dizer que foi difícil.
E eu sou muito grata por tudo isso.

Eu não me canso de agradecer às pessoas que estavam perto, conectadas, que me deram suporte, alegrias e fizeram tudo parecer mais simples.

2020, o ano que puta que pariu.

Esta é apenas uma visão otimista de uma merda gigantesca.
Sim, como eu disse, fazemos escolhas o tempo todo.

E você? O que aprendeu durante esse período? Como passou?
Vou adorar saber!

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