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WELCOME TO ROMANIA

I start the post with a question: what or how much do you know about Romania?

Probably, the first thing that comes to your mind is something related to the pre-conception around the gypsy community – which, in my point of view, doesn’t have much to be associated with the country.
Or maybe DRACULA – yeah, I know is a great book, but as not so real as reality!
🙂

Since I’m passionate about history, Romania is a great place to explore and learn.

So… there I went to the capital, Bucharest (pronounced BUCURXXXXT).

I went to do another Workaway job at the hostel Podstel, one of the best rated in the city (I’ll share later on about my experience there).

Without really knowing what the experience would be like, today I can say that it was incredibly surprising.

To begin with, the country lived under a communist regime until the 1990s, that means “yesterday”. It was the only country in Europe to experience a revolution that has been bloody lately, with the dictator murdered.


His name was Nicolae Ceauşescu

Upon rising to power, initially showing himself to be a moderate, he eased censorship of the press and condemned the invasion of Czechoslovakia by Warsaw Pact troops with a speech on August 21, 1968, which caused his popularity to increase. The period of stability, however, was brief; his government, over the years, became more and more authoritarian and became one of the most dictatorial in Eastern Europe. Its secret police, Securitate, was responsible for mass surveillance and political repression, accused of human rights abuse. The Ceaușescu regime ended up censoring the press and closing newspapers with an opposition bias, creating one of the most brutal domestic security apparatus in the world at the time. Eventually, poor economic management would lead to an increase in foreign debt, putting the Romanian economy in a strong recession cycle; in 1982, he ordered that almost all the agricultural and industrial potential produced by the country be exported, with the aim of generating additional income to pay off the nation’s debts. This caused huge shortages of subsistence goods, leading to subsequent reductions in quality of life rates, due to a lack of water, food, oil and oil products, heating, medicine, electricity and other things. To try to appear stable, the cult of personality around Ceaușescu was increased exponentially, accompanied by a deterioration in international relations and a lack of external support.
As of December 1989, anti-government protests have been reported in Timișoara. Ceaușescu’s response was swift and he gave orders for national security forces to crack down on Protestants, leading to many deaths. The news of the repression led to more demonstrations and popular revolts against the dictatorship in several cities in the country. The protests eventually reached Bucharest and the widespread revolt would come to be known as the Romanian Revolution – becoming the only violent overthrow of a communist regime during the 1989 revolutions by Eastern Europe. Ceaușescu and his wife, Elena, fled the besieged government palace and evaded the capital in a military helicopter, but were soon captured by Romanian army troops who had gone over to the revolutionaries. On December 25, with the country plunging into chaos, Ceaușescu and his wife were quickly tried for “economic sabotage and genocide”, then being summarily executed by a firing squad.

The history is very interesting, as well as they culture, people and every corner.

My first challenge, before exploring the country, was to deal with the cold. It was my first winter of life – by European standards hehehe.

Challenge accepted, it opens me both to volunteer work and to dive into one of the most welcoming countries I have visited.

First of all, the city doesn’t have the aesthetic attractions like the main European capitals (in the west). Don’t expect to find Paris – although some buildings have French architectural references.

I want you to realize that Eastern Europe is a new world that is opening up.

For example, here you see many old, poorly maintained buildings. This doesn’t mean that it is like that inside. This means that we are seeing the marks of history, suffering and a new beginning.

And this is beautiful! Really beautiful!

The people you will meet here are a giant heart. Kind, careful, happy to know that tourists / foreigners are interested in getting to know a little about their lives.

The food is a mix of Balkan food with special local touches. Good wines, good drinks, happy holidays – the city is known as the second capital of techno, second only to Berlin!

This and so many things that I want you to discover!

BY THE WAY: DID YOU KNOW THAT THE ROMANIAN LANGUAGE IS LATIN?

Well, we don’t know much – and for that reason, I invite you to take a look at the content that I shared during my stay there.


PART 1

PART 2

PART 3

*the content is in Portuguese, but I think it is worth taking a look at least to understand what you can discover there.

With all that you saw, what was supposed to be just 3 or 4 weeks of stay, it became 2 and a half months.

What I saw, lived and learned is incalculable.

I invite you to join with me around the city and be enchanted with Bucharest – which in the local language means JOY.

PORTUGUÊS

Começo o post com uma pergunta: o que ou o quanto você sabe sobre a Romênia?

Provavelmente, a primeira coisa que vem à sua cabeça é algo relacionado com o pré conceito em torno da comunidade gypsy – que, ao meu ver, não tem muito o que ser associado ao país.
OU O DRÁCULA?
Sim, é um bom livro, mas um pouco distante da realidade em torno do verdadeiro Vlad.

Tendo em vista que eu sou apaixonada por história, a Romênia é um prato cheio para explorar e aprender. 

E, então, lá fui para a capital, Bucareste (que se pronuncia BUCURXXXXT)
Fui para fazer mais um trabalho de Workaway no hostel Podstel, um dos mais bem avaliados da cidade. 

Sem saber muito como seria a experiência, hoje eu posso afirmar que foi incrivelmente surpreendente. 

Para começar, o país viveu sobre um regime comunista até os anos 90, ou seja, “ontem”. Foi o único país da Europa a viver uma revolução ultimamente sangrenta, com direito ao assassinato do seu ditador.

Seu nome era

Nicolae Ceaușescu

Ao subir ao poder, se mostrando inicialmente como um moderado, ele aliviou a censura à imprensa e condenou a invasão da Tchecoslováquia pelas tropas do Pacto de Varsóvia com um discurso em 21 de agosto de 1968, que fez com que sua popularidade aumentasse. O período de estabilidade, contudo, foi breve; seu governo, com o passar dos anos, foi ficando cada vez mais autoritário e se tornou um dos mais ditatoriais do Leste Europeu. Sua polícia secreta, a Securitate, era responsável pela vigilância em massa e repressão política, acusada de abuso de direitos humanos. O regime de Ceaușescu acabou por censurar a imprensa e fechar jornais com viés de oposição, criando um dos aparelhamentos de segurança interna mais brutais do mundo na época. Eventualmente, a má gestão econômica levaria a um crescimento da dívida externa, colocando a economia romena num forte ciclo de recessão; em 1982, ele ordenou que quase todo o potencial agrícola e industrial produzido pelo país fosse exportado, com o objetivo de gerar renda adicional para pagar as dívidas da nação. Isso causou enormes escassezes de bens de subsistência, levando a subsequentes reduções nos índices de qualidade de vida, devido a falta de água, comida, petróleo e derivados, aquecimento, remédios, eletricidade e outras coisas. Para tentar aparentar estabilidade, o culto a personalidade ao redor de Ceaușescu foi aumentado exponencialmente, acompanhado por um deterioramento das relações internacionais e falta de apoio externo.
A partir de dezembro de 1989, protestos anti-governo foram reportados em Timișoara. A resposta de Ceaușescu foi rápida e ele deu ordens para que as forças de segurança nacionais reprimissem os protestantes, levando a muitas mortes. As notícias da repressão levaram a mais manifestações e revoltas populares contra a ditadura em várias cidades do país.[4] Os protestos eventualmente chegaram a Bucareste e a revolta generalizada viria a ser conhecida como Revolução Romena — se tornando a única derrubada violenta de um regime comunista durante as revoluções de 1989 pela Europa Oriental.[5] Ceaușescu e sua esposa, Elena, fugiram do sitiado palácio do governo e evadiram a capital num helicóptero militar, mas foram logo capturados por tropas do exército romeno que haviam passado para o lado dos revolucionários. Em 25 de dezembro, com o país mergulhando no caos, Ceaușescu e sua esposa foram rapidamente julgados por “sabotagem econômica e genocídio”,[6] sendo então sumariamente executados por um pelotão de fuzilamento

Sua história é muito interessante, assim como sua cultura, seu povo e cada esquina.

Meu primeiro desafio, antes de desbravar o país, era lidar com o frio. Foi o meu primeiro inverno da vida – nos padrões europeus hehehe.

Desafio aceito, me abre tanto para o trabalho voluntário quanto para mergulhar em um dos países mais acolhedores que visitei.

De cara, a cidade não tem os atrativos estéticos como as principais capitais europeias (do oeste). Não espere encontrar Paris – apesar de alguns prédios terem referências arquitetônicas francesas.

Quero que você perceba que o leste europeu é um novo mundo que se abre.

Por exemplo, aqui você vê muitos prédios velhos e mal cuidados. Isso não quer dizer que por dentro seja assim. Isso significa que estamos vendo as marcas da história, do sofrimento e do recomeço. 

E isso é lindo! Lindo de verdade!

As pessoas que você vai conhecer por aqui são um coração gigante. Amáveis, cuidadosos, felizes por saber que existe interesse de turistas/estrangeiros em conhecer um pouco de suas vidas. 

A comida é uma mistura da comida dos Balcãs com toques especiais locais. Bons vinhos, boas bebidas, boas festas – a cidade é conhecida como a segunda capital do techno, ficando atrás apenas de Berlim!

Essa e tantas coisas que eu quero que você descubra!

ALIÁS: VOCE SABIA QUE O IDIOMA ROMENO É LATIM?

Pois é, a gente não sabe muita coisa – e, por isso, eu convido você a dar uma olhada no conteúdo que eu dividi durante a minha estadia por lá.


PARTE 1

PARTE 2

PARTE 3

Com tudo isso que vocês viram, o que era para ser apenas 3 ou 4 semanas de permanência, viraram 2 meses e meio. 

O que eu vi, vivi e aprendi é incalculável.

Aliás, Bucareste no idioma local quer dizer ALEGRIA.

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